Um fim-de-semana completo

Nos dias 9 e 10 de Setembro, o fim-de-semana da Montis será preenchido, iniciando-se sábado com o dia de voluntariado mensal em Valadares e domingo usufruiremos do nosso carvalhal com o dia no carvalhal em Vermilhas.

No dia 9, o voluntariado Montis será dedicado ao controlo de mimosas (Acácia dealbata) presentes no baldio da Granja, em Granja, Freguesia de Valadares, São Pedro do Sul.

Ação de descasque efetuada em Março.

 A equipa da Montis estará seguramente no terreno entre as 10h00 e as 16h00, dando flexibilidade aos voluntários para chegarem mais tarde ou irem embora mais cedo.

Asseguramos um almoço ligeiro a todos os voluntários, equipamento de trabalho e apoio durante todo o dia. Haverá tempo para trabalhar, conviver e comer uma merenda.

O ponto de encontro será no miradouro do S. Caetano, na Granja, Freguesia de Valadares.

Após o trabalho de sábado, o domingo será passado no carvalhal de todos nós, e tem o objetivo de discutir os resultados de gestão e não menos importante, desfrutar do carvalhal.

O programa para dia 10 de Setembro é o seguinte (podendo eventualmente sofrer alguns ajustes):

10h00 – Encontro na aldeia de Vermilhas
10h30 – Deslocação de carro (por estradão) até à propriedade
11h00 – Caminhada circular (trilho da Cabrieira c/ passagem pelo miradouro) e visita à propriedade 
12h30 – Tempo livre e preparação do pic-nic
13h00 – Almoço pic-nic
14h30 –  Música, sesta e tempo livre
15h30  Caminhada circular pela trilho dos Carvalhos e visita à outra propriedade (aprox. 4 km)
18h00 – Fim da atividade 

Nota 1: O programa é totalmente flexível, podendo os participantes chegar mais tarde, ir embora mais cedo e usar os tempos livres para fazerem as atividades que entenderem.

Um picnic é sempre boa ideia.

 As inscrições podem ser feitas através de montisacn@gmail.com ou do nr. 926277545 (Luís Lopes).

Participem. Numa, na outra, em ambas. 

O voluntariado de ontem

O dia de voluntariado do mês de Março decorreu ontem no baldio da Granja, Granja, Freguesia de Valadares, englobado nas atividades culturais da freguesia (Agenda Cultural de Valadares).

O plano do dia era efectuar uma acção de gestão e controlo das mimosas (Acácia dealbata) presentes no baldio e ficámos muito contentes com os resultados.

A técnica utilizada foi o descasque, que consiste na remoção da casca e câmbio vascular do tronco, se possível até à raiz, provocando o esgotamento dos recursos da planta e por fim, a morte da raiz, impedindo novos rebentamentos (+ detalhes no Projecto Invasoras.pt).

Assim, além de controlarmos as mimosas no baldio da Granja, foi possível contribuir para a disseminação desta técnica pelos voluntários e e pelas pessoas que ao longo do dia passaram pelo miradouro do S. Caetano.

Ao longo deste domingo solarengo, por entre acácias e não só, houve tempo de convívio e também de merenda.

O voluntariado de ontem

O dia de voluntariado do mês de Março decorreu ontem no baldio da Granja, Granja, Freguesia de Valadares, englobado nas atividades culturais da freguesia (Agenda Cultural de Valadares).

O plano do dia era efectuar uma acção de gestão e controlo das mimosas (Acácia dealbata) presentes no baldio e ficámos muito contentes com os resultados.

A técnica utilizada foi o descasque, que consiste na remoção da casca e câmbio vascular do tronco, se possível até à raiz, provocando o esgotamento dos recursos da planta e por fim, a morte da raiz, impedindo novos rebentamentos (+ detalhes no Projecto Invasoras.pt).

Assim, além de controlarmos as mimosas no baldio da Granja, foi possível contribuir para a disseminação desta técnica pelos voluntários e e pelas pessoas que ao longo do dia passaram pelo miradouro do S. Caetano.

Ao longo deste domingo solarengo, por entre acácias e não só, houve tempo de convívio e também de merenda.

Voluntariado no baldio da Granja

Domingo, dia 12, o voluntariado Montis será dedicado ao controlo de mimosas (Acácia dealbata) presentes no baldio da Granja, em Granja, Freguesia de Valadares, São Pedro do Sul.
A equipa da Montis estará seguramente no terreno entre as 10h00 e as 16h00, dando flexibilidade aos voluntários para chegarem mais tarde ou irem embora mais cedo.
Asseguramos um almoço ligeiro a todos os voluntários, equipamento de trabalho e apoio durante todo o dia. Haverá tempo para trabalhar, conviver e comer uma merenda.
O ponto de encontro será no miradouro do S. Caetano, na Granja, Freguesia de Valadares.
As inscrições podem ser feitas através de montisacn@gmail.com ou do nr. 926277545 (Luís Lopes). 

Voluntariado no baldio da Granja

Domingo, dia 12, o voluntariado Montis será dedicado ao controlo de mimosas (Acácia dealbata) presentes no baldio da Granja, em Granja, Freguesia de Valadares, São Pedro do Sul.
A equipa da Montis estará seguramente no terreno entre as 10h00 e as 16h00, dando flexibilidade aos voluntários para chegarem mais tarde ou irem embora mais cedo.
Asseguramos um almoço ligeiro a todos os voluntários, equipamento de trabalho e apoio durante todo o dia. Haverá tempo para trabalhar, conviver e comer uma merenda.
O ponto de encontro será no miradouro do S. Caetano, na Granja, Freguesia de Valadares.
As inscrições podem ser feitas através de montisacn@gmail.com ou do nr. 926277545 (Luís Lopes). 

O Passeio do Fogo e as invasoras

Este sábado (dia 4), por entre as previsões de chuva que não se realizaram, percorremos a aldeia de Cortegaça, freguesia de Janarde e suas imediações com o objetivo de debater a problemática das espécies invasoras no pós fogo.

Com a contribuição do Projecto invasoras e os conhecimentos da Hélia e da Elizabete Marchante, foi possível entender melhor a importância do controlo destas espécies e a sua relação com o fogo.

Houve duas espécies que foram o centro das nossas atenções, nomeadamente a Acácia dealbata (mimosa) e a Hakea sericea, as quais apresentam estratégias distintas como forma de utilizar o fogo em seu proveito.
Hakea não afetada pelo fogo na base de uma encosta ardida.

A semente da Hakea é produzida anualmente e encontra-se num invólucro protector, contudo a semente (à excepção de libertações pontuais e residuais) apenas é libertada no momento em que a planta é afetada, quer seja por corte, por fogo ou por outro tipo de perturbação. Como visível na fotografia em baixo a sua germinação ocorre rapidamente.

Semente da Hakea.
Germinação da Hakea.

Fotografias de Nuno Neves.

Por sua vez, as mimosas efectuam uma libertação de sementes anual, cujas permanecem em repouso no solo, constituindo um banco de semente capaz de germinar em grande número após eventos favoráveis, como é o caso da passagem do fogo, o qual elimina várias espécies anteriormente presentes e cria espaço para o seu crescimento.

Explicações perto de um núcleo de mimosas


Por fim, de regresso ao centro de Cortegaça, houve tempo para relaxar, conviver mais um pouco e desfrutar da merenda da Montis. 

Aldeia de Cortegaça.

Quanto às Acácias, no próximo dia 12 de Março, no voluntariado da Montis iremos efetuar uma ação de controlo através de descasque no baldio da Granja, Freguesia de Valadares. Inscrições e informações através de montisacn@gmail.com ou 926277545 (Luís Lopes)

O Passeio do Fogo e as invasoras

Este sábado (dia 4), por entre as previsões de chuva que não se realizaram, percorremos a aldeia de Cortegaça, freguesia de Janarde e suas imediações com o objetivo de debater a problemática das espécies invasoras no pós fogo.

Com a contribuição do Projecto invasoras e os conhecimentos da Hélia e da Elizabete Marchante, foi possível entender melhor a importância do controlo destas espécies e a sua relação com o fogo.

Houve duas espécies que foram o centro das nossas atenções, nomeadamente a Acácia dealbata (mimosa) e a Hakea sericea, as quais apresentam estratégias distintas como forma de utilizar o fogo em seu proveito.
Hakea não afetada pelo fogo na base de uma encosta ardida.

A semente da Hakea é produzida anualmente e encontra-se num invólucro protector, contudo a semente (à excepção de libertações pontuais e residuais) apenas é libertada no momento em que a planta é afetada, quer seja por corte, por fogo ou por outro tipo de perturbação. Como visível na fotografia em baixo a sua germinação ocorre rapidamente.

Semente da Hakea.
Germinação da Hakea.

Fotografias de Nuno Neves.

Por sua vez, as mimosas efectuam uma libertação de sementes anual, cujas permanecem em repouso no solo, constituindo um banco de semente capaz de germinar em grande número após eventos favoráveis, como é o caso da passagem do fogo, o qual elimina várias espécies anteriormente presentes e cria espaço para o seu crescimento.

Explicações perto de um núcleo de mimosas


Por fim, de regresso ao centro de Cortegaça, houve tempo para relaxar, conviver mais um pouco e desfrutar da merenda da Montis. 

Aldeia de Cortegaça.

Quanto às Acácias, no próximo dia 12 de Março, no voluntariado da Montis iremos efetuar uma ação de controlo através de descasque no baldio da Granja, Freguesia de Valadares. Inscrições e informações através de montisacn@gmail.com ou 926277545 (Luís Lopes)

E a malta gostou.

Foi mais um sábado bem passado e produtivo, na aldeia de Valadares (S. Pedro do Sul), com a realização do VI Colóquio da Montis.
Contámos com a presença de cinco oradores que apresentaram os projetos em que estão envolvidos e uma plateia muito interessada e curiosa. As várias intervenções ajudaram-nos a perceber melhor quais os problemas e ameaças que as espécies invasoras podem trazer para as nossas paisagens e o que se tem feito a nível nacional para o seu controlo.
Durante a tarde, houve uma pequena ação de formação prática nos terrenos que a Montis tem em co-gestão, onde se fez essencialmente o arranque e descasque de mimosas (Acacia dealbata).

O dia terminou com uma caminhada pela levada de Paradela e um lanche convívio na aldeia da Granja.

Ficámos muito felizes pela presença de todos e queremos agradecer em especial ao grupo oradores e à Junta de Freguesia de Valadares, pelo seu apoio e dedicação.

Até ao próximo.

E a malta gostou.

Foi mais um sábado bem passado e produtivo, na aldeia de Valadares (S. Pedro do Sul), com a realização do VI Colóquio da Montis.
Contámos com a presença de cinco oradores que apresentaram os projetos em que estão envolvidos e uma plateia muito interessada e curiosa. As várias intervenções ajudaram-nos a perceber melhor quais os problemas e ameaças que as espécies invasoras podem trazer para as nossas paisagens e o que se tem feito a nível nacional para o seu controlo.
Durante a tarde, houve uma pequena ação de formação prática nos terrenos que a Montis tem em co-gestão, onde se fez essencialmente o arranque e descasque de mimosas (Acacia dealbata).

O dia terminou com uma caminhada pela levada de Paradela e um lanche convívio na aldeia da Granja.

Ficámos muito felizes pela presença de todos e queremos agradecer em especial ao grupo oradores e à Junta de Freguesia de Valadares, pelo seu apoio e dedicação.

Até ao próximo.

10 razões para participar no colóquio da Montis

Há muitas mais, mas estas justificam bem a sua visita.

Nuno Neves

1 – O tema é atual e muito importante;
2 – O tempo vai estar bom;
3 – Os oradores e os seus projetos são muito interessantes;
4 – É bom para aprender;
5 – Oferecemos um bom almoço e um lanche;
6 – Temos uma bolsa de boleias *;
7 – É bom para conviver e conhecer novas pessoas;
8 – Durante a tarde vamos passear e fazer uma sessão prática de combate a invasoras;
9 – É uma boa oportunidade para conhecer melhor a Montis;

e por último

10 – Contribui diretamente para a conservação e proteção da natureza;

É já no próximo sábado, às 9h30. Inscreva-se através do link, do e-mail montisacn@gmail.com ou do nr. 912996340.

*Se procura boleia ou tem lugares disponíveis no seu carro para partilhar, entre em contacto e tentaremos fazer a ligação entre a oferta e a procura.

Até breve