Tecendo teias

A Montis, como já várias vezes temos dito, acredita profundamente nas vantagens do trabalho  em rede de pessoas e organizações que, sem descurar os seus interesses e ideias, se disponibilizam para fazer coisas em conjunto com outros.
Uma das tarefas que agora temos em mão é a participação num projecto europeu que tem como objectivo criar uma rede de agentes privados de conservação, e para isso estamos a desenhar a forma de pôr em prática a nossa parte no projecto.
No dia 17 de Novembro, em princípio, estaremos a fazer um colóquio sobre a gestão privada de espaços de conservação, integrado neste projecto.
Foi recentemente aprovado um projecto PDR 2020, que nos permitirá levar alguma gestão à propriedade de Costa Bacelo.
Há muitos outros pequenos passos que vamos dando para ter mais capacidade de gestão de terrenos que queremos transformar em espaços de elevada biodiversidade, e para isso estamos sempre à procura de novos sócios (a base de tudo o que fazemos), novos voluntários, novos estagiários, novas fontes de recursos, novos terrenos, tudo o que nos permita ir mais longe e, se possível, mais depressa.
Uma vez por outra sucede-nos o contrário, há pessoas, empresas, organizações que nos procuram a dizer-nos que gostariam de trabalhar connosco.
Foi o caso da Mossy Earth, uma start up internacional que começou nas compensações de carbono, rapidamente passou à plantação de árvores e está a evoluir para o apoio à gestão que permita a recuperação de espaços naturais.
Começámos com um projecto pequenino (vale a pena ir ver a página, parece-nos, inteiramente da responsabilidade da Mossy Earth), mas temos ideia de que há muito potencial para mais, mesmo sabendo que Roma e Pavia não se fizeram num dia.
Bem vinda a bordo, Mossy Earth, não há limitação de lotação neste barco em que nos metemos.

Visita e intervenção à parcela da Peninha, no PN Sintra-Cascais

No dia 16 de Setembro a Montis, em cooperação com a Plantar Uma Árvore, irá estar presente na Peninha, no Parque Natural Sintra-Cascais para uma visita aos trabalhos que têm sido realizados nesta parcela pela Plantar Uma Árvore e participar na intervenção.

Vista do Miradouro da Peninha


Programa:

09:15 Acolhimento (15m)
09:30 Enquadramento do Projecto da Associação e da Intervenção (1h)
10:30 Intervenção (2h)
12:30 Pequena Caminhada e visita ao Miradouro e Santuário da Peninha (apenas é possível a visita ao exterior) (30m)

COMO CHEGAR
ponto de encontro: Parque de estacionamento de acesso ao Santuário da Peninha.
localização: Rua dos Capuchos | Peninha | Santuário da Peninha (http://pz4.69.sl.pt)
Nunca use o GPS porque é inviável para o fazer chegar ao ponto de encontro.
A rede de telemóvel no local é inexistente ou muito reduzida, pelo que deve planear a sua deslocação com antecedência e partir com tempo e munido de informação como chegar ao ponto de encontro.
Minimize a sua pegada ecológica optando pela partilha de viatura e custos. Evite deixar objetos de valor dentro do veículo.
EQUIPAMENTO
ROUPA indicada para atividade física moderada e que se possa sujar, com preferência para as calças e
camisola de manga comprida | CALÇADO – galochas ou botas | IMPERMEÁVEL, caso chova | CHAPÉU
E PROTETOR SOLAR , caso faça sol | ÁGUA E MERENDA, para repor forças durante a actividade
ATIVIDADE
O grupo irá receber todas as indicações necessárias para a actividade e não deve dirigir-se para o terreno sem o acompanhamento dos técnicos e monitores. Especial atenção ao manuseio das ferramentas.
TERMO DE RESPONSABILIDADE
O voluntário assume integralmente a responsabilidade pelos riscos inerentes à participação. A organização não se responsabiliza por qualquer acidente, dano físico, material e/ou moral ocorrido no âmbito do evento que envolva os participantes.
CONTACTOS Plantar uma árvore
Mariana Dias: 911 973 609
Miguel Teles: 963 853 383
CONTACTOS Montis
Luís Lopes 926 277 545
montisacn@gmail.com

O campo de trabalho em vídeo / The workcamp in video

O I campo de trabalho da Montis decorreu nos dias 17 a 23 de Julho de 2017, no baldio de Carvalhais, São Pedro do Sul, com o objetivo de, gradualmente, melhorar as condições para a flora e fauna. 
E o vídeo do Rui Barreto em baixo demonstra o que foram estes 7 dias de trabalhos, mas também de convívio e várias atividades lúdicas e culturais. 
On the week from the 17th to the 23rd of July Montis hosted its first International Work Camp. It was been held in the Carvalhais common land, in São Pedro do Sul, Portugal. The interventions performed during this camp aim to gradually improve this land’s conditions for the local flora and fauna.

And the video from Rui Barreto shows what this 7 days has been, with time for interventions in the property but also with several recreational and cultural activities.

3 000 e resto

A Montis comunica muito mal, tem muito poucas ligações às redacções dos jornais, tem uma capacidade limitada de mobilização, não tem ainda um site, comunica através de mail, um blog, uma página e um grupo de Facebook.
Tem tido, no entanto, uma preocupação central: a de manter os seus sócios informados sobre o que é feito do dinheiro que nos entregam.
Nem sempre conseguimos explicar tudo certinho, nem sempre as coisas correm bem, mas a verdade é que pouco mais de três anos depois da sua fundação a Montis, com todos os problemas de gestão que tem, tem feito muito mais do que imaginámos há três ou quatro anos.
A nossa página de Facebook tem agora 3000 seguidores, dez vezes mais que os nossos 310 sócios, a maior parte dos quais resultantes de um crescimento orgânico e lento, sem grandes recursos empenhados em outras coisas que não sejam a gestão de terrenos.
Duas campanhas de crowdfunding com sucesso, com valores que estão muito acima da média das campanhas de crowdfunding em Portugal.
O envolvimento num projecto LIFE para a criação de uma rede europeia de espaços privados dedicados à conservação, que durará os próximos dois anos e esperamos que nos possa trazer novidades em matéria de trabalho em rede para a gestão privada da conservação da natureza e comunicação.
O envolvimento na preparação de uma outra candidatura LIFE, dedicada ao voluntariado, que mesmo que não venha a ser aprovada já é um grande avanço no trabalho em rede com organizações diferentes e que se podem “iluminar mutuamente”.
O envolvimento numa outra candidatura, chumbada, para o financiamento de uma rede dedicada ao pastoreio enquanto instrumento de gestão do território, que provavelmente será a base da formalização de uma organização com esse objectivo e de eventuais candidaturas que nos permitam pensar num maior impacto do pastoreio com objectivos de conservação.
A participação em várias iniciativas de terceiros – este Sábado estaremos a apresentar o trabalho da Montis numa acção de campanha eleitorial do Bloco de Esquerda, em Carregal do Sal, tal como fizemos com o PAN nas últimas legislativas e faremos com qualquer partido ou candidatura que ache útil discutir o que fazemos, dando-nos oportunidade para apresentar publicamente o que fazemos (recusamos todos os vários convites para fazer figura de corpo presente em qualquer acção política) – em que procuramos aprender e reforçar a ideia de que é possível, às pessoas comuns, fazer mais que o que pensam a favor da gestão sustentável do território, sem estar permanentemente dependentes do Estado.
Aprovação de uma candidatura PDR 2020 que nos permitirá intervir de forma mais consistente numa das propriedades em que temos tido, até agora, menos capacidade de intervenção, procurando articular com a candidatura LIFE em curso para ter o maior efeito demonstrativo possível.
Mas, acima de tudo, o que mais nos orgulha: o facto de, com altos e baixos, termos mantido um conjunto de iniciativas, dirigidas aos nossos sócios, mais lúdicas e pedagógicas, como os passeios (que se têm auto-financiado, apesar de gratuitos, porque os donativos dos participantes o têm permitido, evitando desviar dinheiro das quotas que é fundamental para a gestão dos terrenos), ou envolvendo maior colaboração, como nas acções de voluntariado, tudo isto em paralelo com resultados concretos, visíveis e escrutinados na gestão de terrenos com objectivos de conservação.
Vamos tentando dar o máximo de informação sobre a gestão dos terrenos para manter em aberto discussões racionais sobre opções de gestão que são, inevitavelmente, menos consensuais, como o uso de fogo controlado.
Neste fim de semana, e no mês que vem, vamos repetir uma acção a que damos muita importância: a noite no carvalhal, e no mês que vem, o dia no carvalhal, para que todos os que queiram avaliem como está a evoluir a propriedade que foi comprada com o dinheiro que conseguimos juntar no primeiro crowdfunding que fizemos.
Há coisas menos visíveis, como o nosso acordo com a Vieira de Almeida, um grande sociedade de advogados que nos apoia e que achamos muito importante para garantir a transparência do que fazemos, tal como a recente contratação de apoio contabilístico profissional, com os mesmos objectivos de rigor e transparência.
A sustentabilidade da Montis está longe de estar assegurada, é certo, a comunicação é uma fragilidade a que vamos procurar dar resposta nos próximos tempos, a melhoria das condições de trabalho de quem nos apoia profissionalmente é uma preocupação grande e mal resolvida ainda, enfim, há muitas razões para ter preocupações com o futuro da Montis, mas quanto ao passado, por enquanto curto, pensamos que podemos estar descansados: temos feito coisas úteis.

Uma questão simbólica?

Numa avaliação do campo de trabalho da Montis, houve quem dissesse que “Penso que … fazer todo aquele trabalho a força de braços será mais uma questão simbólica”.
Compreende-se a sensação de impotência pelo que parece um resultado tão pequeno face às necessidades, e na verdade pensámos que as primeiras acções de voluntariado da Montis, na gestão do carvalhal de Vermilhas seriam meramente simbólicas.
Quando começámos, com uma mão à frente e outra atrás, sem dinheiro, sem terrenos e sem recursos, procurámos não nos deixar abater pela sensação de que nunca seríamos capazes de fazer alguma coisa com importância suficiente para a biodiversidade e a paisagem.
Para isso concentrámo-nos em captar recursos, por mínimos que fossem, e usá-los o melhor possível, nunca escondendo as limitações do que estávamos a fazer.
Contra todas as previsões, conseguimos comprar os primeiros terrenos sem depender de ninguém, a não ser dos nossos sócios e doadores, e ficámos aterrados com a perspectiva de ter de os gerir sem ter recursos, apavorados com a ideia de trair as expectativas de quem tinha confiado em nós.
As primeiras acções de voluntariado foram a solução que encontrámos para demonstrar o esforço e empenho que teríamos nessa gestão, sem esperar que na realidade tivessem grande efeito no carvalhal.

Para nossa surpresa, e contentamento, fomos verificando que as pequenas acções que íamos fazendo, de forma continuada, iam tendo resultados reais.
Hoje no carvalhal de Vermilhas é bem visível o trabalho feito e, mais importante, podemos diminuir a gestão porque o empurrão que demos à evolução do carvalhal já o faz evoluir sozinho para alguma coisa que possa ter efeito, em especial quando vier o próximo fogo. E é uma questão de tempo até que venha um fogo, isso nós sabemos.
É certo que no baldio de Carvalhais a situação é diferente, mas também por isso usámos uma técnica de gestão mais forte, queimando vinte hectares para criar outras oportunidades de gestão.

Neste terreno com mato alto, pronto a arder intensamente num Verão qualquer, fizemos um fogo de baixa intensidade, reduzimos os combustíveis finos, permitimos o acesso e começámos a concentrar alguma actividade de voluntários (o fogo controlado, naturalmente, não foi feito por voluntários).
Há menos de um ano que estamos a trabalhar esta área, estamos a planear um novo fogo numa outra área da propriedade e, aos poucos, vamos apoiando a evolução que nos interessa, isto é, a recuperação das galerias ripícolas, ao mesmo tempo que procuramos garantir o acesso a grande parte da propriedade.

Alguém dizia um destes dias que apoiava o trabalho  da Montis, mas não esperava que resolvesse grande coisa dos problemas de gestão do território, porque não tinha escala para ter efeito.
Isso é seguramente verdade mas, para além do efeito real nos terrenos que gerimos, já visível no carvalhal de Vermilhas e no baldio da Granja/ Valadares (neste caso centrado no controlo de mimosas), provavelmente precisando de dois a três anos para ser visível neste baldio de Carvalhais, e de ainda mais tempo em Costa Bacelo, Vieiro e na Herdade do Freixo do Meio, há um efeito de demonstração e contágio que esperamos que vá crescendo com tempo.
O que juntou o grupo de pessoas que fundaram a Montis, muito diferentes e com muitas diferenças entre si, foi o facto de não nos resignarmos e de acharmos que era possível fazer mais e melhor para ter mais carvalhais e galerias ripícolas bem desenvolvidas no país.
É certo que continua a ser uma gota de água nos nove milhões de hectares de Portugal, mas com tempo, paciência, persistência, conhecimento e sem medo de errar (o trabalho que fizemos na segunda oficina de engenharia natural, por exemplo, foi literalmente por água abaixo, mas não é isso que nos faz desistir, o efeito que tem é sabermos que temos de fazer melhor na vez seguinte), achamos que é possível contribuir para um país com mais diversidade e mais bonito.
Ou seja, não, não é uma questão simbólica, é “apenas um episódio, um episódio breve, nesta cadeia de que sois um elo (ou não sereis) de ferro e de suor e sangue e algum sémen a caminho do mundo que vos sonho” (Jorge de Sena), e com muito mais importância e efeito do que se poderia pensar olhando para o trabalho que ainda ficou por fazer.
Razão tinha Reinaldo Ferreira: “mínimo sou, mas quando ao nada empresto a minha elementar realidade, o nada é só o resto”.
Se é por achar que não vale a pena, que é muito pouco o que pode fazer, venha daí que aos poucos a coisa vai.
E se não puder, ou não quiser fazer mais nada, faça-se sócio.
Prometemos gastar o melhor que soubermos os vinte euros da quota anual, sempre, sempre com os olhos na gestão dos terrenos marginais a que achamos que mais ninguém trará gestão e que pensamos que podem vir a ser bem mais interessantes para todos que o que são hoje.

Ferraria de São João

Desde os fogos de Junho que várias aldeias têm optado por levar a sério a sua defesa em relação ao fogo, procurando instrumentos de gestão da faixa de cem metros em torno do perímetro da aldeia.
Destas, a primeira a tomar decisões e avançar, com um processo muito aberto e participado, foi a Ferraria de São João, em Penela.
Quase desde o primeiro dia que a Montis tem estado envolvida neste processo, a pedido da Associação de Moradores da Ferraria de São João, tendo apenas duas condições prévias:
1) O processo de gestão é um processo da aldeia, conduzido pela aldeia, em função da prioridades definidas na aldeia;
2) A Montis está no processo para dar apoio com a sua experiência, na medida que as pessoas da Ferraria de São João sentirem necessidade, e não para replicar os seus modelos de gestão, o que só acontecerá se se entender que é útil para todos os envolvidos.
Até agora o processo tem corrido com toda a abertura e transparência e é muito bom ver uma aldeia envolvida, a participar nas decisões que lhe são propostas, a disponibilizar informação e a discutir soluções para gestão do seu território.
Fiel ao princípio do trabalho em rede, seria difícil para a Montis não ter disponibilidade para se envolver.
Todos sabemos que o mais difícil está para vir, sabemos que haverá coisas a correr bem e outras a correr mal, mas estamos bem empenhados em aumentar as primeiras e limitar as segundas.
E, tal como nos outros processos em que nos envolvemos, esperamos aprender e ter oportunidade de envolver os nossos sócios num projecto diferente que seja útil a toda a gente e para a biodiversidade.

Rumo ao carvalhal de Vermilhas

Sábado, dia 08, iremos rumar ao carvalhal da Montis, em Vermilhas para mais uma acção de voluntariado.

O encontro é na aldeia de Vermilhas, Vouzela (40°39’30.4″N 8°08’54.3″W).

A equipa da Montis estará seguramente no terreno entre as 10h00 e as 16h00.

A todos os inscritos asseguramos um almoço ligeiro, equipamento de trabalho, seguro de acidentes pessoais e apoio durante todo o dia. Haverá tempo para trabalhar, conviver, passear e comer uma merenda.

Os programas são flexíveis, os participantes podem chegar ou ir embora a qualquer hora e combinar estas ações com um passeio pelas redondezas, por exemplo.

Inscrições e informações através de montisacn@gmail.com ou do nº 926277545 (Luís Lopes).

Até sábado.

Um Julho especial / A special July

Entre os dias de 17 e 23 de Julho será o Campo de Trabalho Internacional da Montis, com sete dias dedicados a melhorar as condições dos ecossistemas no Baldio de Carvalhais, criando comunidades resilientes ao fogo e gradualmente aumentar a biodiversidade através de intervenções estratégicas.

Integrada no Campo de Trabalho será ministrada uma formação em Engenharia Natural pela Ecosalix, com componente teórica (3 horas) e prática (5 horas).

 

A inscrição é 50€ para sócios e 75€ para não-sócios (com possibilidade de os não-sócios se tornarem sócios).

A inscrição inclui a alimentação durante os sete dias, alojamento em tendas individuais (alternativas de alojamento disponíveis, sobre as quais daremos informação se quiser mandar um email, porém não assegurado pela Montis), seguro de acidentes pessoais e material de proteção.

Os participantes poderão ainda aproveitar as várias atividades do Tradidanças – Festival de Tradições , Música e Dança (+ info) e outras atividades lúdicas integradas no Campo de Trabalho.

Inscrições aqui ou através de montisacn@gmail.com ou +351 926 277 545

—-ENGLISH—-

Montis first International Work Camp will take place between the 17th and the 23th of July 2017, in Carvalhais, São Pedro do Sul, with seven days dedicated to improve the ecosystem conditions in an area of 100 ha under Montis management, creating fire resilient communities and gradually increasing in-site biodiversity, through strategic interventions.

Integrated in the camp, there will be a Natural Bioengineering workshop, given by Ecosalix, with theoretical (3 hours) and practical (5 hours) component.

The registration fee is 50€ for Montis’ associates and 75€ for non-associates (non-associates can become associates for 20€ and benefit from the discount).

The registration fee includes food, accommodation in tents (Available alternatives, on which we will give information if you want to send an email but not assured by Montis), personal injuries insurance and working gear.

The participants would be able to enjoy the Tradidanças – Festival of Traditions, Music and Dance (+ info)

Registration available through an online form or directly through montisacn@gmail.com / +351 926 277 545.

“À prova de Fogo”

Na Segunda-Feira, no Jornal da Noite da SIC uma reportagem sobre modelos de gestão do território “À prova de fogo”.

Nesta reportagem, assinada pela jornalista Carla Castelo, discutem-se modelos de gestão que integram o fogo como elemento de gestão, não procurando suprimi-lo, mas adaptando a gestão à sua presença inevitável.

Reportagem disponível em:
http://sicnoticias.sapo.pt/programas/reportagemespecial/2017-06-12-A-prova-de-fogo-1

Vem connosco ajudar o carvalhal

Este sábado, dia 10 de Junho, a Montis lança o desafio de mais uma jornada de voluntariado no carvalhal.

Linha de água na propriedade

A equipa da Montis estará no terreno entre as 10h00 e as 16h00, dando flexibilidade aos voluntários para chegarem mais tarde ou irem embora mais cedo.

Haverá igualmente tempo para convivermos, passear pela propriedade e a merenda é assegurada pela Montis.

Inscrições e informações através de montisacn@gmail.com ou do nº 926277545 (Luís Lopes).

Até sábado!