Visita e intervenção à parcela da Peninha, no PN Sintra-Cascais

No dia 16 de Setembro a Montis, em cooperação com a Plantar Uma Árvore, irá estar presente na Peninha, no Parque Natural Sintra-Cascais para uma visita aos trabalhos que têm sido realizados nesta parcela pela Plantar Uma Árvore e participar na intervenção.

Vista do Miradouro da Peninha


Programa:

09:15 Acolhimento (15m)
09:30 Enquadramento do Projecto da Associação e da Intervenção (1h)
10:30 Intervenção (2h)
12:30 Pequena Caminhada e visita ao Miradouro e Santuário da Peninha (apenas é possível a visita ao exterior) (30m)

COMO CHEGAR
ponto de encontro: Parque de estacionamento de acesso ao Santuário da Peninha.
localização: Rua dos Capuchos | Peninha | Santuário da Peninha (http://pz4.69.sl.pt)
Nunca use o GPS porque é inviável para o fazer chegar ao ponto de encontro.
A rede de telemóvel no local é inexistente ou muito reduzida, pelo que deve planear a sua deslocação com antecedência e partir com tempo e munido de informação como chegar ao ponto de encontro.
Minimize a sua pegada ecológica optando pela partilha de viatura e custos. Evite deixar objetos de valor dentro do veículo.
EQUIPAMENTO
ROUPA indicada para atividade física moderada e que se possa sujar, com preferência para as calças e
camisola de manga comprida | CALÇADO – galochas ou botas | IMPERMEÁVEL, caso chova | CHAPÉU
E PROTETOR SOLAR , caso faça sol | ÁGUA E MERENDA, para repor forças durante a actividade
ATIVIDADE
O grupo irá receber todas as indicações necessárias para a actividade e não deve dirigir-se para o terreno sem o acompanhamento dos técnicos e monitores. Especial atenção ao manuseio das ferramentas.
TERMO DE RESPONSABILIDADE
O voluntário assume integralmente a responsabilidade pelos riscos inerentes à participação. A organização não se responsabiliza por qualquer acidente, dano físico, material e/ou moral ocorrido no âmbito do evento que envolva os participantes.
CONTACTOS Plantar uma árvore
Mariana Dias: 911 973 609
Miguel Teles: 963 853 383
CONTACTOS Montis
Luís Lopes 926 277 545
montisacn@gmail.com

Valorizar oportunidades de gestão

A Montis tem, desde sempre, uma clara orientação de gestão para a conservação, quer em sentido estrito de intervenção sobre os elementos naturais, quer procurando criar valor a partir dessa gestão e dos seus resultados.
Com toda a imprecisão associada à clássica sistematização dos elementos naturais em ar, água, terra e fogo, é uma sistematização que nos tem sido útil para explicar o que fazemos porque nos é relativamente fácil explicar que sendo difícil a gestão do ar, nos concentramos em gerir a água, a terra e o fogo, como base para o desenvolvimento dos sistemas vivos que são o nosso objectivo final.
Sabemos que os resultados que procuramos precisam de tempo para serem atingidos e sabemos que estamos a trabalhar com sistemas muito complexos sobre os quais sabemos muito pouco.
Temos consciência de que podemos estar anos a caminhar num sentido que, em qualquer altura, se pode revelar um beco sem saída, o que nos leva a procurar ver com atenção como estão a evoluir as propriedades que gerimos, mas também a procurar aprender com a experiência dos outros.
A nossa ida ao Cabeço Santo, descrita no post anterior é, com certeza, uma manifestação de solidariedade para com esse projecto, numa altura em que sofreu um revés. Podemos discutir se o revés é grande ou pequeno e até podemos ter opiniões diferentes sobre isso, mas para nós não são essas eventuais diferenças que contam quando os promotores do projecto se confrontam com o que entendem serem perdas relevantes para o projecto, o que conta é esse sentimento de perda e é por isso que entendemos que era a altura para dar uma ajuda, fosse ela grande ou pequena.

Mas a nossa ida ao Cabeço Santo, tal como o facto de termos feito a primeira oficina de engenharia natural no baldio da Ameixoeira, em circunstâncias semelhantes, tem também para a Montis um valor relevante: aprender com a experiência dos outros, aprender com o que vai acontecendo em projectos que têm objectivos comuns, ainda que adoptem caminhos diferentes dos nossos para lá chegar.
Esta preocupação de trabalhar em rede, de troca de informação, de confronto de opiniões diferentes, de avaliação de diferentes métodos de usar a evolução de diferentes locais é uma preocupação constante que temos e que nos próximos dois a três anos será reforçada com o projecto LIFE que envolve uma parceria europeia empenhada em valorizar a intervenção privada na conservação da natureza e que começou agora, em Maio.
É bem provável que a Montis beneficie mais destas acções que os projectos a quem vamos procurando dar apoio, mas seguramente a conservação ganha mais com o trabalho em rede das diferentes organizações que com a mera soma do que cada um vai fazendo.

Trabalhar com todos

Desde a sua fundação, a Montis tem sempre procurado trabalhar com as pessoas comuns e fazendo parcerias com todas as organizações que possam ser úteis para o seu objectivo central: criar biodiversidade e criar valor a partir da sua gestão.
Logo no início procuramos estabelecer pontes com a Câmara Municipal de Vouzela, concelho da nossa sede, com a Associação para a Conservação do Habitat do Lobo Ibérico, em sequência, também com a Eólica da Arada, com a Vieira de Almeida Sociedade de Advogados, com a Desafio das Letras, com o Movimento Terra Queimada (hoje Movimento Gaio), com o projecto do Cabeço Santo, com o baldio da Ameixieira, com o baldio de Carvalhais e com Junta de Freguesia de Carvalhais, com o baldio da Granja, com a Altri Florestal, numa lista muito variada de colaborações.
Com uns e outros vamos aprendendo, ou obtendo recursos, sejam eles financeiros, em terra para gestão, em conhecimento, em apoio especializado e procuramos sempre garantir transparência e independência em todas estas relações.
É por isso que temos muito gosto em falar hoje da colaboração que estabelecemos com a Agro.ges, uma empresa de consultoria ligada à agricultura e o mundo rural, que decidiu apoiar-nos quer na definição estratégica dos planos de gestão, quer no apoio a candidaturas em que tenham capacidade para o fazer.
A primeira prioridade e o primeiro apoio da Montis são os seus sócios, mas temos muito orgulho e prazer em poder dizer que o que conseguimos ir fazendo se deve também muito ao conjunto de parceiros que esperamos poder continuar a alargar.

Trabalhar com todos

Desde a sua fundação, a Montis tem sempre procurado trabalhar com as pessoas comuns e fazendo parcerias com todas as organizações que possam ser úteis para o seu objectivo central: criar biodiversidade e criar valor a partir da sua gestão.
Logo no início procuramos estabelecer pontes com a Câmara Municipal de Vouzela, concelho da nossa sede, com a Associação para a Conservação do Habitat do Lobo Ibérico, em sequência, também com a Eólica da Arada, com a Vieira de Almeida Sociedade de Advogados, com a Desafio das Letras, com o Movimento Terra Queimada (hoje Movimento Gaio), com o projecto do Cabeço Santo, com o baldio da Ameixieira, com o baldio de Carvalhais e com Junta de Freguesia de Carvalhais, com o baldio da Granja, com a Altri Florestal, numa lista muito variada de colaborações.
Com uns e outros vamos aprendendo, ou obtendo recursos, sejam eles financeiros, em terra para gestão, em conhecimento, em apoio especializado e procuramos sempre garantir transparência e independência em todas estas relações.
É por isso que temos muito gosto em falar hoje da colaboração que estabelecemos com a Agro.ges, uma empresa de consultoria ligada à agricultura e o mundo rural, que decidiu apoiar-nos quer na definição estratégica dos planos de gestão, quer no apoio a candidaturas em que tenham capacidade para o fazer.
A primeira prioridade e o primeiro apoio da Montis são os seus sócios, mas temos muito orgulho e prazer em poder dizer que o que conseguimos ir fazendo se deve também muito ao conjunto de parceiros que esperamos poder continuar a alargar.