E assim se passou a noite no Carvalhal.

Na noite no carvalhal do passado dia 12 para dia 13, houve muito mais que a dormida e as estrelas.

O dia iniciou-se com a manhã a ser dedicada à intervenções no carvalhal. O grupo focou-se na limpeza dos rebentos ao longo do troncos dos carvalhos para continuarmos a promover o seu crescimento vertical o mais rápido possível. 

 

 Antes e depois.
Com as temperaturas altas, chegou a altura da merenda e do descanso à sombra do nosso carvalhal. Após o repouso, o grupo percorreu o trilho da Cabrieira, um trilho circular pelo interior da propriedade.
O grupo (com o Nuno Borges em falta).
Às 16h, iniciámos o percurso dos carvalhos, com uma duração de cerca de 3h a um ritmo calmo que permitiu irmos discutindo o que víamos. E sempre acompanhados pelas amoras que surgiam abundantemente nas bermas dos caminhos.

 O jantar foi no miradouro do carvalhal com o pôr-do-sol pintando o céu com as suas cores.

E no miradouro permanecemos, instalados nos sofás naturais que o miradouro nos disponibiliza, para observar as Perseidas, o ponto alto da chuva de meteoros. 
Do sofá para a cama, a caminhada nocturna fez-se desde o miradouro até ao lameiro rodeado de carvalhos que nos hospedou e proporcionou uma noite tranquila, com o sol a aparecer sorrateiramente já depois do grupo estar a pé, para o ver surgir.
Acampamento pela manhã, com o sol a surgir na copa dos carvalhos.
Antes da despedida, ainda fizemos mais umas paragens pelas redondezas do carvalhal de Vermilhas.
 . 
No próximo dia 10 de Setembro teremos o dia no Carvalhal para quem quiser conhecer o carvalhal de todos nós e as suas redondezas.

No carvalhal de manhã à noite (e até à manhã seguinte)

É já este sábado, dia 12, que irá decorrer a Noite no carvalhal, em Vermilhas.

De manhã, faremos alguns trabalhos de intervenção inseridos no voluntariado mensal.

Após almoço, o programa de tarde/noite, entre as 15h00 e as 24h00, consistirá numa caminhada pela zona, ao cair da noite um passeio pelo interior do carvalhal e no fim, observar a chuva de estrelas das Perseidas.

Haverá vários períodos com tempo livre para os participantes fazerem aquilo que entenderem no carvalhal ou nos arredores.

Quem quiser, poderá acampar no carvalhal para o dia seguinte, por exemplo.

Os horários são totalmente flexíveis (nós seguramente estaremos na propriedade durante todo o programa), podem vir de bicicleta ou de carro, com a família ou amigos, como quiserem.

Disponibilizaremos ferramentas, tendas, alimentação (em modo picnic) e seguro de acidentes pessoais a todos os inscritos.

Inscrevam-se ou peçam mais informações através do e-mail montisacn@gmail.com ou do nº 926277545 (Luís).

Dia de voluntariado, Noite de céu estrelado

É já no Sábado, dia 12 de Agosto que teremos a segunda edição da Noite no Carvalhal.

Noite no Carvalhal – 2016

O voluntariado mensal, realizar-se-á no mesmo dia, entre as 10:00 e as 16:00, e as intervenções servirão para preparar o terreno para as actividades dessa noite.

Durante a tarde teremos oportunidade de visitar as duas propriedades do carvalhal da Montis, haverá música, convívio e a habitual merenda.

Nessa noite está prevista a actividade máxima da famosa chuva de estrelas das Perseidas, pelo que promete ser uma noite memorável.

Não prometemos imagens destas, mas valerá a pena visitar-nos.

Se quiserem ter um dia e uma noite diferente, juntem-se à Montis  no carvalhal de Vermilhas para podermos ver e discutir os resultados do modelo de gestão que temos adoptado. Estaremos no carvalhal desde as 10:00 de Sábado até ao dia seguinte, pelo que podem aparecer quando quiserem.

Disponibilizaremos ferramentas, tendas, alimentação (em modo picnic) e seguro de acidentes pessoais a todos os inscritos.

De Figueira de Castelo Rodrigo a Vermilhas

Este fim de semana, a Montis dividiu-se em duas ações, o StixCamp em Figueira de Castelo Rodrigo e o nosso voluntariado mensal, em Vermilhas.

Carvalhal visto dos lameiros.

Entre os dias 6 e 9 de Julho realizou-se em Figueira de Castelo Rodrigo o Stix Camp, um workshop de educação aberta e ciência cidadã.

A Montis participou neste workshop, de estrutura aberta, onde se discutiram formas de envolver a sociedade na Ciência e de partilhar conhecimento e experiências de forma mais abrangente.

Esta iniciativa ficou ainda marcada pela inauguração da Plataforma de Ciência Aberta, em Barca D’Alva.

Aproveitamos estas oportunidades para dar a conhecer a Montis a mais pessoas e para com elas aprender novas formas de envolver a população no nosso trabalho.

Sábado, no carvalhal da Montis, em Vermilhas, dedicámos-nos aos trabalhos de gestão na propriedade.

O foco dos trabalhos deste dia foi a limpeza da linha água, com a remoção dos matos que já complicavam os acessos a este local. 
Fotografia da Família Figueiredo
Aproveitámos e refrescámos-nos enquanto observávamos a vida que se apresentava à nossa volta, como libélulas e borboletas.
O grupo de dia 8.
Não podíamos deixar de visitar o nosso miradouro ao longo da jornada de manutenção dos caminhos de acesso, que serão muitos úteis para a Noite no Carvalhal, de dia 12 de Agosto, que contará com diversas atividades durante o dia e noite com possibilidade de acampamento no carvalhal.

Um sábado em Carvalhais

Sábado, dia 13 de Maio, rumámos ao baldio de Carvalhais, primeiro para o nosso voluntariado mensal e pela tarde, o Passeio do Fogo.

Com a contribuição dos nossos voluntários, os quais demonstraram que a vontade supera as nuvens mais negras, a manhã foi dedicada a mais uma acção de gestão do baldio.

Perto de uma linha de água, iniciámos a abertura de um caminho antigo que permitirá aceder a uma considerável área plana situada no interior da propriedade e simultaneamente reabilitar caminhos que pela sua falta de uso, hoje encontram-se escondidos no interior da vegetação.


Antes (esquerda) e depois (direito).

Este caminho, apresenta de momento muita água que a seu tempo será redireccionada novamente para a linha de água. Até lá, continuará a manter os vários salgueiros que se instalaram no caminho.

À medida que fomos avançando, fomos tendo boas surpresas, como é exemplo este carvalho que teve direito a um tratamento que lhe permitirá crescer mais rapidamente.

Na parte da tarde, e já depois da merenda perto dos moinhos do Pisão para recuperar forças, foi tempo para o Passeio do Fogo.

O passeio percorreu a área intervencionada com fogo controlado em Fevereiro e o António Salgueiro explicou-nos os vários aspectos de um fogo controlado, a sua variação consoante os objectivos e as inúmeras possibilidades e aplicações.

Entrámos na área ardida, observámos, tocámos e discutimos ideias.

O incêndio do verão passado foi igualmente abordado, sendo visível à distância e analisadas as diferenças para o fogo controlado

E após dois meses foi já possível ver alguns carvalhos na área ardida, que serão muito importantes para a melhoria das condições futuras do baldio.

Um sábado em Carvalhais

Sábado, dia 13 de Maio, rumámos ao baldio de Carvalhais, primeiro para o nosso voluntariado mensal e pela tarde, o Passeio do Fogo.

Com a contribuição dos nossos voluntários, os quais demonstraram que a vontade supera as nuvens mais negras, a manhã foi dedicada a mais uma acção de gestão do baldio.

Perto de uma linha de água, iniciámos a abertura de um caminho antigo que permitirá aceder a uma considerável área plana situada no interior da propriedade e simultaneamente reabilitar caminhos que pela sua falta de uso, hoje encontram-se escondidos no interior da vegetação.


Antes (esquerda) e depois (direito).

Este caminho, apresenta de momento muita água que a seu tempo será redireccionada novamente para a linha de água. Até lá, continuará a manter os vários salgueiros que se instalaram no caminho.

À medida que fomos avançando, fomos tendo boas surpresas, como é exemplo este carvalho que teve direito a um tratamento que lhe permitirá crescer mais rapidamente.

Na parte da tarde, e já depois da merenda perto dos moinhos do Pisão para recuperar forças, foi tempo para o Passeio do Fogo.

O passeio percorreu a área intervencionada com fogo controlado em Fevereiro e o António Salgueiro explicou-nos os vários aspectos de um fogo controlado, a sua variação consoante os objectivos e as inúmeras possibilidades e aplicações.

Entrámos na área ardida, observámos, tocámos e discutimos ideias.

O incêndio do verão passado foi igualmente abordado, sendo visível à distância e analisadas as diferenças para o fogo controlado

E após dois meses foi já possível ver alguns carvalhos na área ardida, que serão muito importantes para a melhoria das condições futuras do baldio.

Campo de Trabalho Internacional da Montis

O campo de trabalho internacional da Montis já tem datas definidas.

Entre os dias 17 a 23 de Julho de 2017, no baldio de Carvalhais, São Pedro do Sul, a semana será dedicada a acelerar a recuperação do ecossistema.

Programas provisórios. Mais informações em breve.
As pessoas na gestão da natureza.

Campo de Trabalho Internacional da Montis

O campo de trabalho internacional da Montis já tem datas definidas.

Entre os dias 17 a 23 de Julho de 2017, no baldio de Carvalhais, São Pedro do Sul, a semana será dedicada a acelerar a recuperação do ecossistema.

Programas provisórios. Mais informações em breve.
As pessoas na gestão da natureza.

Por entre a flora e a fauna de Vieiro

Ontem, foi dia de campo para a equipa da Montis. Desta vez, fomos até aos terrenos de Vieiro (indicador laranja no mapa), no vale do rio Deilão, concelho de S. Pedro do Sul, bem perto do limite com Arouca.
Nesta jornada fizemos o reconhecimento detalhado deste terreno, afectado pelos incêndios de Agosto de 2016.

Encontrámos alguns núcleos de espécies invasoras, nomeadamente háquea-espinhosa (Hakea sericea) e mimosa (Acacia dealbata). Ainda que, para já, sejam poucos espécimes, a sua capacidade de proliferação é espantosa. Junto de um dos exemplares de háquea-espinhosa, que foi atingida pelo fogo, pudemos encontrar um rebento da mesma.

Encontrámos dois núcleos de mimosas. O primeiro situado perto da linha de água, embora afastado da galeria ripícola. Pela sua dimensão o arranque não era possível e iremos descascar as árvores num futuro próximo.

No fim da tarde, deparámo-nos com o segundo núcleo, que por ter exemplares mais pequenos, permitiu que fossem arrancadas. Junto deste núcleo estavam restos de mimosa queimados (resultantes do incêndio de Agosto de 2016), cuja raiz parece ter dado origem aos rebentos arrancados.

Antes

Depois

As fotografias permitem comparar o antes e o depois desta intervenção. Como se pode ver na fotografia seguinte, num pequeno pedaço de raíz, estão quatro rebentos.

Mas nem tudo se resume a espécies invasoras. As galerias ripícolas deste terreno não foram afectadas pelos incêndios e estavam cheias de carvalhos, salgueiros e amieiros. Tivémos ainda oportunidade de nos cruzar com alguns animais.

Tritão-palmado (Lissotriton helveticus)

Libelinha-azul (Calopteryx virgo)

Por agora, vamos ultimar os pormenores para o fim-de-semana de voluntariado. Contamos convosco.

Até lá!

Por entre a flora e a fauna de Vieiro

Ontem, foi dia de campo para a equipa da Montis. Desta vez, fomos até aos terrenos de Vieiro (indicador laranja no mapa), no vale do rio Deilão, concelho de S. Pedro do Sul, bem perto do limite com Arouca.
Nesta jornada fizemos o reconhecimento detalhado deste terreno, afectado pelos incêndios de Agosto de 2016.

Encontrámos alguns núcleos de espécies invasoras, nomeadamente háquea-espinhosa (Hakea sericea) e mimosa (Acacia dealbata). Ainda que, para já, sejam poucos espécimes, a sua capacidade de proliferação é espantosa. Junto de um dos exemplares de háquea-espinhosa, que foi atingida pelo fogo, pudemos encontrar um rebento da mesma.

Encontrámos dois núcleos de mimosas. O primeiro situado perto da linha de água, embora afastado da galeria ripícola. Pela sua dimensão o arranque não era possível e iremos descascar as árvores num futuro próximo.

No fim da tarde, deparámo-nos com o segundo núcleo, que por ter exemplares mais pequenos, permitiu que fossem arrancadas. Junto deste núcleo estavam restos de mimosa queimados (resultantes do incêndio de Agosto de 2016), cuja raiz parece ter dado origem aos rebentos arrancados.

Antes

Depois

As fotografias permitem comparar o antes e o depois desta intervenção. Como se pode ver na fotografia seguinte, num pequeno pedaço de raíz, estão quatro rebentos.

Mas nem tudo se resume a espécies invasoras. As galerias ripícolas deste terreno não foram afectadas pelos incêndios e estavam cheias de carvalhos, salgueiros e amieiros. Tivémos ainda oportunidade de nos cruzar com alguns animais.

Tritão-palmado (Lissotriton helveticus)

Libelinha-azul (Calopteryx virgo)

Por agora, vamos ultimar os pormenores para o fim-de-semana de voluntariado. Contamos convosco.

Até lá!